Poemas declamados

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08 março, 2009

««Quatro paredes««


Entre quatro paredes de frustração
Onde o silencio é rei e senhor
Vou pintando pontos de interrogação
Num quadro sombrio mesclado de ardor

Navego à deriva na recordação
Das ilusões que sentia ao querer transpor
As amarras que atavam o meu coração
Que me faziam acreditar em sonhos de amor

Vou perdendo o brilho, esbatendo a cor
Cada vez mais ciente da realidade
Não existem sonhos, muito menos de amor

Quase encaro com serenidade
O meu destino é viver sem o sabor
De alguém que diga , só teu de verdade

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