Poemas declamados

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26 agosto, 2010

«« Lonjura ««

Num olhar preguiçoso
Tranquei a lonjura
E o dia sereno
Me acenou com doçura

Na palma da mão
Tranquei a sete chaves
Amor, paixão, um sol em clave
Manhãs orvalhadas
Tardes onduladas
Pela brisa que corre
Esperança que não morre
E refresca a saudade
Tranquei a ansiedade
Que aflige o coração

Na palma da mão
Tranquei a lonjura
Com um olhar ocioso
Vislumbrei formosura

1 comentário:

Luís Coelho disse...

E assim aprendeu a guardar na palma da mão as coisas mais finas - aquelas que mais amamos