Poemas declamados

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26 junho, 2009

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Dá-me a mão e caminha comigo, vem
Andaremos por aí sem rumo sem norte
Talvez seguiremos os caminhos da sorte
Os que desconhecemos mas estão mais além

Aqueles por onde caminham os loucos sem,
Saberem que são, os que os afastam da morte
Os que gritam, num grito gaiato, tem porte
Sim vem, tu e eu por esses caminhos também

Meu amor esquece, o amanhã pouco importa
Vive a vida como se fosse o ultimo segundo
De uma existência que está quase morta

Abraça-me e corremos ao encontro do mundo
Antes que seja tarde, antes que se feche a porta
E se caia para sempre num buraco sem fundo

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