Poemas declamados

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26 dezembro, 2009

«« Sina ««


Porque pedes tu, o que pensas dar
Porque queres tu, o sol e a lua em partes iguais
Porque é que teimas em barafustar
Porque sonhas tu, com estios e madrigais

São tantos os limites, olha ao longe o mar
Sereno, num repente as ondas são abismais
Assim é a vida, ondas incansáveis num balançar
Momentos calmos, são como os olivais

Por onde o vento caminha, fica o aroma
A brisa ligeira, água cristalina
Que enche de esperança, afasta o sintoma

De vazio, olha meu amor o sol ilumina
As almas sozinhas, desfeitas de sonhos
Olha amor, o sol se tapou, será nossa sina