Poemas declamados

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17 dezembro, 2009

«« Olho a distância ««


Calo o grito amarelecido pelo tempo
Um laivo de infelicidade e nostalgia
Ai quem me dera que o dia não fosse lento
Quem me dera não ter que fingir que ria

Da distância que me desfaz o alento
O sonhar, o crer, estranha assimetria
Que assimila um ressentir sonolento
Meu amor perco o tino quem diria

Ao pensar na distância que separa
O portal da tua porta e da minha
Meu amor perco o tino, mas quem repara

Que quando acordo de manhãzinha
Corro p´rá janela e olho ao longe
Meu amor…vou esperar pela noitinha.

Júlia Soares ( pseudónimo )

1 comentário:

Sonia Schmorantz disse...

Natal...
É o mês de confraternização Agradecimento pela vida
Bênçãos ao filho de DEUS
União, amor, reflexão!

Que o bom velhinho traga um saco cheinho de paz,
harmonia, fraternidade
Que o gesto de ternura se estenda de várias mãos
Que ao som dos sinos
O amor exploda em toda direção!

FELIZ NATAL!
UM ANO NOVO DE FÉ E SUCESSO!