Poemas declamados

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18 agosto, 2009

««Teimosamente ««



Dá-me uma rosa branca
Perfuma-a de esperança
Matiza-lhe as pétalas
Com sedas cristalinas
Por onde deslize a ilusão
Que sou dona do teu coração

Dá-me uma rosa branca
De cor franca
Como franco deve ser
Quando se diz querer
Deixa-me sonhar
Quando amanhã acordar
Que és a estrela luzidia
Que faz brilhar o meu dia

Dá-me uma rosa amor
Em cada pétala fecha a dor
Do silêncio que grita
Na noite aflita
Pela luzerna de sol quente
Que escondes teimosamente…

Quando o sol envolver a rosa
E esta se torne caprichosa
Quem sabe será tarde
E na fogueira o lume se apague

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