Poemas declamados

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12 novembro, 2009

«« Amanhã ««


Amanhã se o sol não nascer, dormirei
Envolta na névoa bastarda que resguarda
O nada, das vidas ocultas numa mansarda
Sebenta, olhos esbugalhados…não reflecti

Que o sol nasce todos os dias, fui eu que me abstraí
Num hoje agoirento de um nada em faca afiada
Guiei-me através da mente baralhada
Tive pena de mim, apenas eu me traí

O sol esse, brilhou no horizonte de frente
Olhos nos olhos, mostrou-me o amor sincero
Embrulhado em fino papel transparente

Que mostra o interior do que sinto e quero
Talvez não saiba dizer as minhas aflições
Mas tu chegas lá, quando menos espero.

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