Poemas declamados

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04 maio, 2010

«« Tombos ««


Não sei porque caem as pedras aos tombos
Se em cada minuto de vida tento
Vive-la sem fúria ou desalento
Porque caem as pedras nos meus ombros

Será porque o dia nasceu sem braços
Que nos envolvam a todo o momento
Será porque o tempo é inóspito e lento
Serão simplesmente embaraços

As pedras que rolam de rajada
Pela ladeira em fartos trambolhões
Ou tão somente porque é curva a estrada

E as pedras atalham caminho em aflições
Sempre que a vida se torna atabalhoada
Os tombos serão o reflexo de amor e paixões

1 comentário:

No name disse...

Lindo! E tão sentido...
Nota: senti a tua falta no facebook...bj
olivia