Poemas declamados

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06 dezembro, 2008

««Uma forma de amar««



Olho-te
És a luz na minha vida
Uma vida meio tingida
De cores pálidas, pardacentas


Encontro-te
Em vida de mil tormentas
Entre sombras que afugentas
Numa fonte de água fria
Cristalina, luzidia
Onde a sede se sacia


Quero-te
Num crer profundo e puro
Que eu te digo, eu te juro
Pode não haver futuro
O tempo pode parar
Que nunca deixarei de te amar.

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