
Montemor terra trigueira
Terra de gente sofrida
Onde as tardes de soalheira
Trazem barulhos da lida
Terra de gente sentida
Povo de alma nobre
Quase sempre dás guarida
Às dores da gente que sofre
No Alentejo vigias a sorte
Com teu castelo imponente
Que agora a chuva forte
Quer arrasar num repente
À tanto que se presente
Este destino final
Montemor terra de sempre
Na história de Portugal
Os que te deixam ficar mal
À muito que por cá estão
O castelo é só um sinal
Dos males da nação
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