
Já não há searas douradas
Que um dia cobriram os campos
Restam terras abandonadas
E velhos esquecidos num canto
Que um dia cobriram os campos
Restam terras abandonadas
E velhos esquecidos num canto
Na planície ouve-se o pranto
De quem no tempo parou
Alentejo terras de encanto
De um povo que debandou
Para outras terras rumou
Mas sempre mantém guardado
O sabores que cá deixou
E o cheiro do montado
E quando volta cansado
O Alentejano imigrante
Pode morrer descansado
Nos braços do campo escaldante
1 comentário:
Muito bem, mas o Alentejano não regressa , está sempre presente.....
Ein
Enviar um comentário