Poemas declamados

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19 outubro, 2007

Mulher Alentejana


A mulher Alentejana
No seu jeito especial
Tem momentos que emana
Uma beleza sem igual

De beleza sem rival
Mulher de cor trigueira
Mulher que não tem igual
No seu jeito altaneira

Anda sempre na dianteira
No tempo nunca parou
Pega a vida de charneira
E à terra se entregou

Foi no campo que gerou
Debaixo dum sol abrasador
Os filhos que desejou
E que criou com tanto amor

Mulher de um certo pudor
Mulher de lutas travadas
Alentejana com sabor
A papoilas encarnadas

1 comentário:

Anónimo disse...

muito bem mulher alentejana com sabor a papoipas vermelhas.Francisco Alentejano