Poemas declamados

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08 novembro, 2008

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Gostava de ser pastora
De um rebanho encantado
Rebanho sempre apressado
Com pressa de ir em frente
Ao invés de tanta gente
Que vive sempre cansada

Mas sem rebanho e sem nada
Meus anseios solto ao vento
Ao vento da pradaria
Com esperança de que um dia
Esta gente tão parada
Acorde e veja que o dia
Tem sempre as horas contadas

Contadas nas badaladas
Vinte e quatro é conta certa
Entre a noite e a madrugada
Sobra sempre tempo prá sesta
Tão pouco tempo nos resta
Mas que raio de vida esta…

Gostava de ser pastora
De um rebanho dourado
Para me sentir senhora
De um mundo sempre empenhado

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