Poemas declamados

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22 novembro, 2008

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Noites de insónia
Noites sem fim
Em que dou por mim
A vasculhar a memória

O que fui, o que sou
O que virei a ser
O que acabo de perder
Porque ando sempre a correr
Quando me dou ou não dou
Para onde vou

Noite de insónia
Porque não trazes a glória
A glória dos sentidos
Dos amores prometidos
Porque trazes na memória
A história dos gemidos
Dos medos vividos
Em noites de insónia.

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